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Grupo 1: América de Cali; Atlético-PR; Indepediente de Medellín; Libertad
Grupo 2: Danúbio; Bolívar; Santos; LDU
Grupo 3: Universidade do Chile; São Paulo; Quilmes; The Stronguest
Grupo 4: Cerro Porteño; Deportivo Táchira; Palmeiras; Santo André
Grupo 5: River Plate; Júnior de Barranquilha; Olmedo; Nacional (URU)
Grupo 6: Tigres; Banfield; Alianza Lima; Carcas
Grupo 7: Guadalajara; Once Caldas; San Lorenzo; Cobreloa
Grupo 8: Sporting Cristal; Pachuca; Boca Juniors; Deportivo Cuenca
Nas oitavas-de-final, o regulamento prevê uma disposição de confrontos inusitada. Em vez de uma tabela dirigida, os duelos serão definidos de acordo com o desempenho das equipes na primeira fase. Ou seja, a equipe com melhor índice técnico enfrentará o 16º melhor time da etapa inicial, o 2º melhor colocado encara o 15º e assim por diante.
A partir das finais, em caso de igualdade em pontos e saldo de gols, os confrontos podem ser decididos pelos gols marcados fora de casa. Se a igualdade persistir, o classificado sai na disputa por pênaltis.
Na decisão, uma pequena alteração em relação às fases anteriores. Em caso de igualdade em pontos, saldo de gols e gols fora de casa, as equipes disputarão uma prorrogação em dois tempos de 15 minutos. Se o empate persistir, o campeão será definido na cobrança por pênaltis.
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O Brasil tem 10 títulos, sendo que apenas São Paulo, Santos e Cruzeiro conseguiram ser bi-campeões. Flamengo, Grêmio, Vasco e Palmeiras tem um título cada.
| ANO | CAMPEÃO | VICE |
| 1960 | PEÑAROL (URU) | Olímpia (PAR) |
| 1961 | PEÑAROL (URU) | Palmeiras (BRA) |
| 1962 | SANTOS FC (BRA) | Peñarol (URU) |
| 1963 | SANTOS FC (BRA) | Boca Juniors (ARG) |
| 1964 | INDEPENDIENTE (ARG) | Nacional (URU) |
| 1965 | INDEPENDIENTE (ARG) | Peñarol (URU) |
| 1966 | PEÑAROL (URU) | River Plate (ARG) |
| 1967 | RACING CLUB (ARG) | Nacional (URU) |
| 1968 | ESTUDIANTES DE LP (ARG) | Palmeiras (BRA) |
| 1969 | ESTUDIANTES DE LP (ARG) | Nacional (URU) |
| 1970 | ESTUDIANTES DE LP (ARG) | Peñarol (URU) |
| 1971 | NACIONAL (URU) | Estudiantes de LP (ARG) |
| 1972 | INDEPENDIENTE (ARG) | Universitário (PER) |
| 1973 | INDEPENDIENTE (ARG) | Colo Colo (CHI) |
| 1974 | INDEPENDIENTE (ARG) | São Paulo FC (BRA) |
| 1975 | INDEPENDIENTE (ARG) | Unión Española (CHI) |
| 1976 | CRUZEIRO (BRA) | River Plate (ARG) |
| 1977 | BOCA JUNIORS (ARG) | Cruzeiro (BRA) |
| 1978 | BOCA JUNIORS (ARG) | Deportivo Cali (COL) |
| 1979 | OLIMPIA (PAR) | Boca Juniors (ARG) |
| 1980 | NACIONAL (URU) | Internacional (BRA) |
| 1981 | FLAMENGO (BRA) | Cobreloa (CHI) |
| 1982 | PEÑAROL (URU) | Cobreloa (CHI) |
| 1983 | GRÊMIO (BRA) | Peñarol (URU) |
| 1984 | INDEPENDIENTE (ARG) | Grêmio (BRA) |
| 1985 | ARGENTINOS JUNIORS (ARG) | América (COL) |
| 1986 | RIVER PLATE (ARG) | América (COL) |
| 1987 | PEÑAROL (URU) | América (COL) |
| 1988 | NACIONAL (URU) | Newell's Old Boys (ARG) |
| 1989 | ATLÉTICO NACIONAL (COL) | Olimpia (PAR) |
| 1990 | OLIMPIA (PAR) | Barcelona SC (ECU) |
| 1991 | COLO COLO (CHI) | Olimpia (PAR) |
| 1992 | SÃO PAULO FC (BRA) | Newell's Old Boys (ARG) |
| 1993 | SÃO PAULO FC (BRA) | Universidad Católica (CHI) |
| 1994 | VÉLEZ SARSFIELD (ARG) | São Paulo FC (BRA) |
| 1995 | GRÊMIO (BRA) | Atlético Nacional (COL) |
| 1996 | RIVER PLATE (ARG) | América (COL) |
| 1997 | CRUZEIRO (BRA) | Sporting Cristal (PER) |
| 1998 | VASCO DA GAMA (BRA) | Barcelona SC (ECU) |
| 1999 | PALMEIRAS (BRA) | Deportivo Cali (COL) |
| 2000 | BOCA JUNIORS (ARG) | Palmeiras (BRA) |
| 2001 | BOCA JUNIORS (ARG) | Cruz Azul (México) |
| 2002 | OLIMPIA (PAR) | São Caetano (BRA) |
| 2003 | BOCA JUNIORS (ARG) | Santos FC (BRA) |
| 2004 | ONCE CALDAS (COL) | Boca Juniors (ARG) |
Colhemos as opiniões de alguns jornalistas esportivos sobre as chances dos times brasileiros na edição deste ano. Segue a opinião de cada um deles:
Vitor Birner - comentarista esportivo da rádio CBN
Atlético-PR - Os jogadores são piores que os vice-campeões brasileiros e jogam juntos hámenos tempo. Acho que falta tradição ao furacão na Libertadores. De vez em quando, os torneios com decisão por mata-mata têm resultados surpreendentes. O título do Atlético seria uma dessas surpresas.
Palmeiras - O momento é péssimo e o time mediano. Por mais que digam o contrário, a defesa não sabe marcar as mais óbvias jogadas aéreas. Tirante o fato do meio de campo ser previsível e o ataque comum, nunca vi um campeão da América com defesa frágil. Se não resolverem o problema, não há chance de ganhar. Não creio que o problema será solucionado.
Santo André - Pequeno e sem pressão, o Ramalhão não tem nenhuma obrigação na Libertadores. Não sei como o time vai reagir num campeonato tão peculiar, mas pode dar algum trabalho. Ninguém pode afirmar que é candidato ao título.
Santos - Um dos favoritos, piorou em relação ao time do ano passado. A saída do Elano e a chegada de Osvaldo de Oliveira mudaram a forma do time jogar. Nas duas vezes que foi campeão brasileiro, o Santos sempre ia em direção ao gol. A tendência é que o Santos jogue cada vez mais de lado, preocupado em manter a posse de bola. Quando entra com 3 atacantes, fica muito vulnerável. A defesa, tal qual o goleiro, não acompanha o excelente nível do sistema ofensivo. Repito, é um dos favoritos por causa do talento de alguns jogadores, mas não é a minha aposta.
São Paulo - Também é um dos favoritos, mas pena que perdeu o Rodrigo, pois seria o favorito. A defesa, sem Rodrigo e Fabão, não está segura. No campeonato paulista tudo bem, mas na Libertadores com a mudança de regulamento, é fundamental não tomar gols em casa. Em compensação, é um time com jogadores muito fortes, rápidos e dedicados. A equipe está muito bem entrosada pro início de trabalho. O problema é que não pode perder jogadores cruciais como Cicinho, Júnior e Grafite, taticamente o mais importante do time. Com um pouco de sorte leva o terceiro título continental.
Rodrigo Vessoni - repórter do Jornal Lance
Santo André: Mero coadjuvante. Se chegar às oitavas-de-final será um grande feito.
Atlético-PR: A Arena da Baixada será sua grande - e única - chance. Conseguindo fazer o resultado em sua casa, poderá chegar às fases finais da competição.
Palmeiras: Vai passar pela fase de classificação, mas o futuro é pouco promissor. Os times do exterior sempre vão entrar em campo com respeito, mas, ao ver o time limitado que hoje está o campeão de 99, não vão perdoar o Verdão.
Santos: Um dos favoritos ao título, mesmo sem Elano. Osvaldo de Oliveira poderá atrapalhar a caminhada do time, com seus rodízios e substituições.
São Paulo: Passa da fase de classificação sem sustos. Depois, vai depender muito do cruzamento das chaves. Precisa dar sorte de não encontrar um time brasileiro e a dupla Boca-River logo de cara. A falta de um meia ainda vai ser comentada.
Marcelo Carone - repórter da Rádio Nove de Julho
As chances de o Brasil conquistar a Taça Libertadores da América são grandes, pois nessa edição o país conta com cinco representantes: Atlético-Pr, São Paulo, Santos, Santo André e Palmeiras. Pelo menos duas equipes tem grandes chances de chegar ao título: São Paulo e Santos.
O São Paulo busca, desde o ano passado, a realização desse sonho e, se ano passado chegou perto, esse ano as chances são maiores. Se por um lado o time perdeu alguns jogadores, entre eles Luis Fabiano, por outro, tem o técnico Émerson Leão no comando da equipe. O treinador é o principal responsável pela atual fase do time. Com o apoio dos torcedores, que devem lotar o Morumbi nas partidas pela Libertadores, o São Paulo é o time brasileiro com mais chances de chegar ao título.
O Santos, desde 2002, tem o melhor elenco do futebol brasileiro. Perdeu alguns jogadores importantes, mas sua diretoria soube repor as peças e o time não se enfraqueceu. O grande problema do Santos é o treinador da equipe, que não passa confiança aos seus torcedores e aos próprios jogadores. Exemplo disso é o "rodízio" de goleiros que o treinador prometeu fazer. Se o Santos continuasse com o técnico Wanderley Luxemburgo, ganharia todas as competições que disputasse.
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A sorte está lançada. Agora é aguardar para ver se os times brasileiros conseguirão trazer o título para o nosso país...
Por Nelsinho Calil
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